quarta-feira, 23 de outubro de 2013

A morte

morte é o fim da união nesta vida entre a nossa alma e o nosso corpo. É uma violência necessária e inevitável. É uma coisa passageira para aqueles que crêem na vida eterna e na ressurreição.
Aconteceu-nos uma coisa realmente curiosa: tínhamo-nos esquecido de que temos de morrer. É esta a conclusão a que chegaram os historiadores depois de terem examinado todas as fontes escritas da nossa época. Uma investigação realizada nos cerca de cem mil livros de ensaio publicados nos últimos vinte anos mostraria que apenas duzentos deles (0,2%, portanto) tocavam o problema da morte. Livros de medicina incluídos.
(Pierre Chaunu)

1 comentário:

Adolfo Oliveira disse...

Esta página está viva...viva!

ESQUECIDA IDADE

Escorri-me pela tua vagina em fúria
e sem contar o número de orgasmos
abafei-te um gemido surdo.
- Nas costas, cravadas unhas, percebendo
resultado do sangue nos lençóis
do que nunca mais a ninguém darias

Evitando gritos, castigada a incúria
rechaçado pró futuro fardos
reneguei culpas, fintei o absurdo
- Penetrei de novo e tu querendo
explodiste o prazer em múltiplos sóis,
raios com que me magoarias.

Conservei no tempo a tua virgindade.
- Embalsamei-a em quadros de saudae
perpectuando de memória a tua idade

Quantos sonhos (afinal) realizaste,
e as vezes que sem mim casate?
- Se erro meu, foi fortuna que não pagaste

Cito Loio

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